quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Como ser um grande amante

É incrível a quantidade de gajas boas que andam por aí sem homem. Quando falo de gajas boas, refiro-me a gajas nas casa dos 30, 40 e até 50, giras, mas sobretudo bem sucedidas na vida.
Nada me dá mais tusa do que uma gaja inteligente e madura, que faz da personalidade o seu principal motivo de atracção sexual.
A sério, não entendo os gajos que se perdem por miúdas novas. Trata-se de admitir que não têm pedalada para jogar senão nos juniores.
Por mim, sou exigente, só jogo no escalão dos crescidos. Prefiro desafios difíceis e para isso não há nada como uma gaja já vivida e esperta, a quem muito malandro já deu música.
Ao contrário de outros, não gosto de virgens, não obstante considerar-me um excelente mestre.
Prefiro ser o último amor duma mulher do que o primeiro. Ser aquele gajo que surge na vida duma fêmea e estabelece um novo padrão sexual e amoroso.
Pode parecer cruel da minha parte, porque após a minha partida, a vida de cada mulher que deixo para trás não volta a ser igual. O padrão de exigência sexual elevou-se comigo a um nível muito difícil de igualar por outro macho.
No entanto, antes da partida deixo a cada amada minha o derradeiro ensinamento. A plena satisfação sexual não reside em factores físicos ou em acertar no ponto G (que aliás, nem sequer existe).
O segredo do meu sucesso na cama, deriva simplesmente em perceber que o cérebro é o nosso principal órgão sexual. E portanto, aquilo que faz tão poderosos os orgasmos que as mulheres sentem ao fazer amor comigo, não sou eu: é a própria fantasia mental delas (estimulada por mim, claro).
Ora nesta perspectiva, deixa de ser importante a quantidade de ejaculações que consigo produzir durante uma sessão de amor. O que importa é a intensidade e a quantidade de prazer que consigo induzir na mulher que está comigo. É isto que faz de mim um amante inesquecível mesmo para a dama mais exigente (modéstia à parte).
Agora, é natural que a muitos de vós surja a seguinte questão, "mas como é que se estimula a fantasia sexual duma mulher, de modo a provocar-lhe tão fortes orgasmos ?"
Bom, meus amigos, não posso ensinar os truques todos, pois não ?
No entanto, deixo a seguinte dica: no amor quem escolhe é a mulher.
Observem os cãezinhos na rua. Vemos passar uma cadela com cio e atrás dela uma matilha de cães desejosos de com ela copular. Porém, só conseguirá montar a cadela quem esta escolher.
Percebem ? É sempre a fêmea quem escolhe...
E o que significa isto, transportado do reino animal para o mundo dos humanos ? Significa que aqui o grande Bino, jamais tentou conquistar uma mulher.
Ou mais rigorosamente, jamais dei a entender a uma mulher que não era ela quem estava a dirigir o processo de sedução. Nesse jogo (da sedução) um gajo tem de se fazer desinteressado ou distraído.
Um verdadeiro sedutor, em vez de proferir piropos foleiros ou mandar olhos medonhos para o decote da gaja a quem quer dar a volta, tem é de parecer desinteressado apesar de na realidade estar muito atento (usando a visão periférica) à liguagem gestual das fêmeas, que algumas vezes é subtil, mas outras é completamente clara. Basta saber ler os sinais...

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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Sou um Guru Sexual

Decepção e repulsa, estas são as palavras que, acredito, melhor descrevem o sentimento de quem entra neste blog pela primeira vez.
Decepção para quem aqui chega através dos motores de busca.
É sabido que punheteiros de todo o mundo aportam a este blog em busca dos melhores videos de sexo existentes na internet. Mas sobretudo videos de sexo anal, com gordas, com ninfomaníacas e com famosas.
Repulsa, é o que normalmente sentem as meninas e senhoras que aqui entram (embora não devessem).
Ao ler os meus humildes pensamentos, qualquer mulher menos avisada facilmente me condena de machista, homem repugnante e ainda outros adjectivos desagradáveis, normalmente atribuidos aos grandes sedutores românticos.
Bem sei que à primeira vista este parece ser um blog estúpido, mas acontece que se trata dum blog destinado a ser lido nas entrelinhas (o que o torna inteligente). Se eu tentasse escrever um blog inteligente (como fazem muitos) isso sim, é que seria estúpido.
Portanto, em vez de decepcionante e repulsivo, diria antes que o Abrupto Sexual é um blog que não parece o que é: um blog que revela a verdadeira alma masculina na sua matriz sexual e sentimental; um blog confessional, filosófico, críptico. Numa palavra: um blog genial !
Resta saber, quem é Bino ? Que tipo de homem será este que digita estas palavras ?
Eu próprio muitas vezes tenho dúvidas. Mas sei que não me engano se disser que sou um homem que ama as mulheres, que as conhece profundamente; um amigo das gajas, um verdadeiro feminista. Aquilo que desejo para as mulheres é o mesmo que desejo para mim (sexo). E se tiverem dúvidas acerca da minha bondade, então que Deus me dê o dobro do "mal" que desejo às mulheres (ménage).
Também há aqueles que me imaginam um tipo com piada e que isto é um blog de humor. Puro engano. Não pretendo ser cómico pela simples razão de que os comediantes são os homens sexualmente mais infelizes do mundo.
Não é possível praticar sexo selvagem, intenso e porco com uma mulher que não consegue parar de rir só porque acha que temos imensa piada. Pessoalmente já tentei e não consegui ser levado a sério (além de não conseguir fazer rir).
No sexo, o melhor papel de macho, aquele que faz as mulheres sentirem um arrepio na espinha e renderem-se ao nosso desejo, corresponde ao estilo dum Humphrey Bogart em "Casablanca"ou dum Daniel Craig em James Bond. Basicamente há que ser viril e sério. Fazer rir uma mulher conduz inevitavelmente a uma relação de amizade homem-mulher onde o sexo está, por definição, excluído. Ora, exceptuando o caso óbvio dos gays essa é uma situação que qualquer homem pretende evitar. Pelo que, desde já quero avisar de que este é um blog filosófico e eu, Bino, sou um Guru sexual.

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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

O que se passa com as mulheres ?

Dizem elas que nós, os homens, somos tarados. A culpa é delas, que nos inspiram e obrigam a variações.
Vamos começar por aquela a quem chamaremos mulher Zombie. Parece viver em estado catatónico, indiferente ao mundo exterior. Ficamos divididos entre a vontade em chocalhá-la, a ver se acorda, ou enfiar-lhe uma litrada de Red Bull pela boca abaixo (embora eu, pessoalmente, considere que para este tipo de gaja, várias sessões de sexo depravado, com especial ênfase no sexo anal, ainda é o tratamento com a eficácia mais surpreendente).
No outro extremo das classes de mulheres temos a mulher matraca, que se caracteriza basicamente por não conseguir permanecer calada. Está provado cientificamente que o broche, enquanto prática sexual, foi inventado na época do paleolítico (ou até antes) por homens que costumavam copular com este género de mulheres.
Se no caso da mulher Zombie, os movimentos corporais durante o acto sexual são raros e quase sempre de natureza reflexiva (derivado, por exemplo, dumas palmadas no rabo); já no caso da mulher matraca em regra o problema prende-se com movimento a mais. Há quem especule que a prática do Bondage surgiu justamente da necessidade de amenizar tal distúrbio. Se bem que a posição do missionário e a língua na boca delas, em casos menos graves já seja o suficiente para controlar a doença. Sobretudo se o macho pesar mais de 130 Kilos.
No intervalo das duas categorias de mulher anteriormente apresentadas, é possível encontrar a rapazona. Convém desde já diferenciar a rapazona da lésbica. Enquanto a lésbica é aquela fêmea de mente aberta que a gente não desdenharia saltar para a cueca, de preferência junto com a namorada (dela ou nossa); a rapazona é a tipa amiga que ao beber cerveja, passa a mão previamente pelo gargalo da garrafa, bebe a mini em dois tragos, depois arrota e desata a discutir futebol com a malta.
O defeito da rapazona até nem é o querer papar-nos, o verdadeiro problema é ser feia como a porra. No entanto, isso não impediu a rapazona de, também ela ter tido o seu papel na história da inovação sexual. A rapazona deu origem à prática do sexo em estado de embriaguez (do homem). Contudo, o seu principal mérito em termos sexuais foi ter sido a grande inspiradora da foda à canzana.
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Em breve continuaremos esta abordagem sobre os vários tipos de mulheres e o seu contributo para as diferentes práticas sexuais.

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sábado, 12 de setembro de 2009

A razão do meu sucesso no amor

Sobre o amor, estamos de acordo que quem escolhe são as mulheres. Portanto, de nenhuma forma se conquista uma mulher; enquanto um homem se conquista de qualquer forma ( logo não há homens difíceis). Correcto ?
Então que tipo de homens procuram as mulheres ? Bom, as mulheres querem um homem que julguem desejado por outras. Preferem os ricos, os famosos e os poderosos. Em último caso, o marido da amiga.
Os homens que as mulheres preferem têm uma característica particular em comum: são indivíduos que não hesitam em mentir, enganar ou manipular para obter aquilo que desejam (e sexo é algo que os homens desejam muito).
Relativamente às mulheres, desejam este tipo de homens por uma de duas razões: ou querem o dinheiro deles ou, simplesmente, gostam de ser enganadas (e só Deus sabe como vocês adoram que um estupor bem falante vos engane).
Mas atenção que enganar uma mulher é algo que tem de ser bem feito, ascende à categoria de autêntica arte. Assim, no amor, vence o homem que demonstra uma atitude firme, autoconfiante, que se expressa com desenvoltura e age com frieza calculista; em contrapartida perde o tímido, aquele pobre diabo hesitante que gagueja traído pelos seus sentimentos sinceros.
E, sem mais delongas, minhas amigas, termino esta minha explicação sobre as causas do meu sucesso no amor. É exactamente a mesma que faz deste blog um caso ímpar de popularidade entre o público feminino. Vocês adoram que vos minta !

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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

A verdade, essa puta

A verdade, triste e crua, é que nós, os portugueses, lidamos cada vez mais de forma errada com a verdade. Vivemos obcecados por ela, a ponto de hoje a maioria de nós preferir uma verdade estúpida a uma mentira inteligente. Por exemplo, outro dia um amigo meu (vamos chamar-lhe B.) chegou-se à beira da esposa anunciando-lhe que tinha uma amante e pretendia divorciar-se. Quando me contaram isto, nem queria creditar. O gajo em vez de ter comido a fulana e ficado bem caladinho, teve de revelar a dolorosa verdade, como se a mentira o matasse. Fiquei desiludido. Como era possível ter tido tantos anos, como amigo, tão grande totó?
Mais tarde, a verdade dos factos mostrou-se diferente. Afinal, o B. tinha sido, isso sim, apanhado em flagrante a comer, não uma, mas duas gajas no próprio leito conjugal. Enchi-me de orgulho em ter um amigo destes, peguei no telemóvel e liguei a dar-lhe os parabéns.
É claro que o B. foi estúpido porque deixou-se apanhar. Toda a gente sabe que é perigoso e que não se deve praticar sexo em casa. Se não ensinam esta importante verdade na escola aos jovens, no mínimo devia ser obrigatório passar uma legenda na televisão quando dão filmes com cenas de sexo a avisar para não se imitar aquilo em casa, como fazem quando mostram cenas perigosas praticadas por duplos do cinema.
O que as pessoas julgam ser sexo comum praticado em casa, na verdade é o mero cumprimento dum contrato matrimonial, naquele ponto muito específico que na prática se traduz em a esposa abrir as pernas para que o marido a penetre nas noites de sábado, numa fracção de tempo que varia entre os 3 e os 15 minutos, conforme a idade. E nada mais.
A razão pela qual as pessoas casadas ou comprometidas "pulam a cerca" é que o sexo, quando praticado de forma ilegal, imoral ou simplesmente condenado pela igreja, sabe muito melhor. É como comer fora de casa e experimentar um prato novo, em vez da pizza congelada aquecida no microondas. Claro que o prazer resultante, duma eventual "facadinha no matrimónio" varia proporcionalmente à capacidade da pessoa em conviver com esse pequeno embuste, eis o preço que se paga. Aquele que não tiver estômago para tal, que fique quieto. Quem seja escravo da verdade e der cabo do arranjinho ou mesmo do próprio casamento, indo confessar à cara-metade a cruel verdade de que lhe pôs os cornos, merece uma boa dose de sofrimento. É o mal dos tempos modernos porque isto nem sempre foi assim, antigamente era aceite e pacífico que além da esposa o marido podia ter uma ou várias amantes. Mas hoje, fruto das manobras do "tal Lobby", a verdade é que tem de prevalecer.
Para os portugueses deixou de haver margem para o sonho e para a fé. Não acreditamos em nada senão na verdade. No século XX, três pastorinhos afirmaram que viram uma senhora muito brilhante a voar e o país inteiro acreditou; hoje um gajo diz que é Engenheiro e há logo uma série de tipos que duvidam firmemente.
A verdade tiraniza-nos, essa é que é a verdade. De todos lados nos pressionam com doses brutais de verdade: ele é o falar verdade, a verdade desportiva, o cinema verdade, a verdade do toureio. Bolas, que tanta verdade até parece mentira.
Vocês acham que a mim me interessa a verdade dos penaltis que o Lucílio marca ? 7 milhões de portugueses querem é que o Benfica ganhe, o resto é treta. Que se lixe a verdade desportiva e a verdade dos défices orçamentais. Eu quero é vitórias.
Vocês acham que se fosse a verdade, jornalistas, cineastas, políticos e mágicos governavam a vida ?
Para já não falar nas putas. Vai uma na rua com mamas de silicone e dizem vocês, eh pá, não são verdadeiras não prestam. É que dizem mesmo.
No fundo, as mulheres, todas elas, são é muito espertas. De nós, homens, exigem a verdade e vai-se a ver, elas são mamas falsas, unhas falsas, loiras falsas, orgasmos falsos, tudo falso, tudo mentira.
(...)
Mas por mim que se lixe a verdade, eu amo as mulheres de qualquer maneira, mesmo que me mintam É como diz o outro: engana-me que eu gosto.

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sexta-feira, 17 de abril de 2009

Sexo divino

Já sabemos que os anjos não têm sexo, mas ponham-se no lugar de Deus. E então ? Eu cá, se fosse Deus, garanto-vos que tinha sexo e não seria pouco. Havia de ser sempre a bombar, com gajas no mínimo tão boas como as que costumo engatar e um instrumento sexual em nada inferior ao meu André.
Obviamente que, de entre os dois sexos, o feminino seria de longe aquele que eu mais iria favorecer. As mulheres seriam, portanto, os seres humanos mais inteligentes, a dominar o mundo e, como é fácil de ver, sem ponta de celulite, gordura, estrias ou porra que lhes estragasse a beleza.
Aliás, não sei se alguma vez vos disse, mas eu não gosto de homens. Nem sequer tenho amigos, o que tenho é amigas... muitas. Ter amor aos homens, convenhamos que é um bocado abichanado.
Ah e nada de padres, só sacerdotizas e boazonas.

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quarta-feira, 2 de julho de 2008

Chinelo Gay

Do que este país precisa, além de clones da minha pessoa para satisfazer sexualmente as mulheres de Portugal, é de bom gosto. No passado fim-de-semana desloquei-me até ao Centro Comercial Vasco da Gama e, enquanto esperava que a minha Maria fosse ao WC mudar o penso, fiquei sentado num confortável sofá a observar quem passeava pelo referido centro. Eu, diga-se a verdade, sou um indivíduo de certa forma descontraído e informal que, habituado a frequentar hipermercados e outras superfícies comerciais de relativa importância, faço questão em trajar com algum bom gosto, sem no entanto ir para esses locais como se fosse a um casamento. Costumo apresentar-me de T-shirt ou mesmo camisa de alças (para se ver a tatuagem) e calções desportivos. Compreendo que muitos indivíduos não conseguem ser assim tão informais como eu e insistem na clássica camisa de colarinhos e calças de ganga, como se fosse dia de semana e estivessem no seu local de trabalho. O que eu não compreendo é essa malta que tem a lata de ir para estes locais frequentados por mim, a calçar chinelos ou sandálias.
Sinceramente, eu sei que tenho uma relação má com pés, mas independentemente da minha aversão, um homem usar chinelos, mais do que mau gosto, é objectivamente sinal de inequívoca paneleirice. Um vizinho meu, cá do bairro, começou por enfiar chinelos nos pés e agora enfia caralhos pelo cu acima. Os especialistas dizem que são tendências que nascem com a pessoa, como se o facto do gajo usar chinelos desde pequenino nada tivesse a ver com o caso. Meus amigos atentem nas palavras deste guru do sexo que vos ensina: usem ténis, usem sapatos pretos com meia branca se tiver que ser, mas evitem chinelos e sandálias. O que fazem com o cu a vocês diz respeito, mas evitem que os chinelos vos denunciem. Coitados dos vossos filhinhos escusam de passar pela vergonha de ter um pai com fama de paneleiro. Usem sapatos, sim ?

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domingo, 18 de março de 2007

Como ser mulher e ser feliz ( Parte 1)

Um estudo recente, baseado em blogs femininos portugueses, revela que a maioria das mulheres adultas portuguesas é infeliz (ou mesmo, muito infeliz).
Como principais causas dessa infelicidade são apontadas a insatisfação sexual prolongada e problemas diversos de natureza amorosa / sentimental ( isto é, falta de gajo ).
A situação parece ser alarmante, uma vez que o número de mulheres infelizes no nosso país não tem cessado de aumentar.
Os especialistas consideram que este aumento exponencial, se deve sobretudo ao facto de as mulheres não saberem interpretar correctamente as causas da sua infelicidade. A maioria, erradamente considera-se infeliz porque:

a) É feia, gorda e tem um corte de cabelo horrível.
b) Não gasta dinheiro suficiente em roupa, sapatos e produtos de beleza.
c) Tem um marido que ressona, que não a compreende e que não lhe dá atenção nem carinho.

Esta análise é incorrecta porque, na realidade, de acordo com o mesmo estudo, a maioria das mulheres é infeliz sim, mas porque:

a) Não aprendeu a desfrutar plenamente do seu corpo e a ter prazer sexual depravado sem culpa.
b) Não aprendeu a gostar de homens e a saber estar com eles sem ser chata.

E porque o que aqui ficou escrito me parece já o suficiente para alguns comentários da vossa parte, guardarei para uma próxima oportunidade a publicação das partes restantes deste estudo.
Na realidade trata-se dum estudo muito importante, porque foi elaborado por alguém que percebe profundamente de mulheres e visa ensinar eficazmente o mulherio a ser mais feliz ( não precisam de me agradecer).

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segunda-feira, 12 de março de 2007

O que as mulheres querem (ensinamentos do Guru).

Jovem rapaz, alguma vez as mulheres te pareceram um enigma difícil de entender e te questionaste sobre o que querem elas ?
Para ti (e outros como tu) esta parece uma questão difícil de responder, mas não para mim, que sou Guru. Por isso, vou ajudar-te.
Se fizeres a pergunta ao contrário, começarás a ver luz. Questiona-te: o que não querem as mulheres ?
De entre as muitas respostas possíveis, a mais evidente é a de que não querem foder contigo. Essa é a triste razão pela qual um dia te questionaste sobre o que querem elas realmente.
Dum modo geral aquilo que as mulheres mais gostam é de gastar dinheiro. Resumindo, da mesma forma que o nosso desejo é foder-lhes a cona, elas sonham foder-nos a carteira. O problema é que elas são mais eficazes que nós. Portanto, se no final ambos tiverem realizado os vossos desejos, dá-te por feliz.

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sexta-feira, 2 de março de 2007

Fingir o orgasmo.

Pensamento do dia:
Do Barradas nem sempre vêm más ideias, no meio do estrume também se encontram pérolas (embora poucas).

Grande mentira é aquela de virem dizer que as mulheres fingem o orgasmo. Que vantagem haveria nisso ? Qual o interesse em fingir ? É claro que não fingem. Pelo menos, comigo não o fazem.
Na verdade o que se passa é que o prazer passivo ainda hoje é censurado na nossa cultura e portanto, algumas mulheres sentem vergonha em admitir que têm prazer quando um macho lhes salta para cima, não vão as pessoas pensar que são putas.
Devo dizer que, por mim, já me livrei desse complexo e não me parece mal se uma mulher tiver um orgasmo por minha causa. Quando era jovem solteiro e curtia com as minhas amigas (ou mesmo desconhecidas), algumas vezes consegui provocar-lhes o orgasmo e isso não me fez achar que fossem mais ou menos putas do que achava antes.
Aliás, provocar o orgasmo numa gaja é fácil. Eu, por exemplo, para durar mais tempo, costumava bater uma antes. Depois, não falhava porque demorava um tempão até conseguir voltar a esporrar-me (entretanto, ela vinha-se).
Agora, o que deve ser novidade para vocês é saber que também há quem finja o orgasmo masculino.
É verdade, confesso que já fingi. Mas eu, ao contrário das mulheres, tinha razões válidas para fazê-lo.
Quando queria impressionar alguém costumava fingir que estava a vir-me para fazê-la pensar que sou um amante capaz de vários orgasmos. Após cada uma dessas simulações, pedia licença e retirava-me até à casa de banho, onde supostamente retirava o preservativo. Logo de imediato regressava de pau em riste disposto a retomar o acto. Este truque era sempre um sucesso.

(Brevemente vou explicar as circunstâncias em que inventei esta técnica e a participação involuntária do Barradas ).

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domingo, 11 de fevereiro de 2007

Esta, era só pró cu.

Existe um tipo de gajas que, suponho, todos os homens detestam. Falo evidentemente daquelas tipas cuja vida, no ver delas, é um infinito mar de problemas e ninguém as compreende. Gajas destas, complicadas, entram numa espécie feminina a que chamo mulheres problemáticas.
As problemáticas, são uma seca pavorosa e, além de serem uma péssima foda, o trabalho que dão a comer não compensa o sacrifício. Por isso, nem lhes passo cartucho. É preciso um gajo andar muito rebarbado, ou então chamar-se Barradas, para sujeitar-se a tentar comer uma problemática. Por mim, a mãe que as ature.

A seguir às problemáticas, existe um outro tipo de fulanas que são as enjoadinhas.
As enjoadinhas, são gajas que imagino desprovidas de prazer sexual. Se um dia pegarem na picha do marido é com a ponta dos dedos, ou mesmo de luvas.
É claro que as enjoadinhas casam com totós, enjoadinhos versão masculina, ou então com tipos malandrecos que as desprezam, não param em casa e só as encornam.

Em terceiro lugar (a contar do fim) vem o género feminino que mais detesto e que são as nariz empinado. Bem sei que o nome podia ser mais giro, mas de momento não me ocorre outro e gajas assim também não merecem melhor.
As nariz empinado, no fundo, não passam dumas convencidas de merda, armadas com ares de superioridade e a julgarem que possuem uma cona sagrada, boa demais para ser profanada por gajos simples como o Barradas.
É claro que eu podia resumir toda esta descrição e chamar simplesmente betinhas ás nariz empinado. Só não o faço, porque também existem betinhas problemáticas, assim como betinhas enjoadas.
Recordo-me que quando andava na escola com o Barradas, na Junqueira, havia por lá muitas betinhas de nariz empinado.
Por vezes, quando alguma passava por nós a bambolear a peida, o Barradas costumava escapar entre dentes:
- Esta aqui, com as peneiras que tem, só pró cu !

No fundo, o que a frase queria significar é que as betinhas, provocavam-nos um tremendo desprezo e não eram a nossa comida natural.
Mas mais importante de tudo, reinava entre nós (ainda reina), uma crença segundo a qual, se enrabarmos à bruta uma betinha nariz empinado, consegue-se tirar-lhe as peneiras e tranformá-la numa mulher a sério. Pelo que, em nome do amor à humanidade, estaríamos dispostos a fazer esse sacrifício de a enrabar.
Evidentemente trata-se duma teoria nunca comprovada cientificamente, mas não deixa de ser um pensamento reconfortante: pensar que se pode tirar as peneiras a uma betinha com uma simples enrabadela a frio.
Ainda hoje, quando vejo uma betinha, costuma vir-me essa imagem à cabeça.

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domingo, 4 de fevereiro de 2007

Orgulho em ser Homem

Há um programa de rádio, na antena 3, chamado “Prova oral”, talvez conheçam. Um dia destes foram à “Prova oral” 5 homens, dizer o que pensam sobre as mulheres. Gostei de os ouvir, acho que falaram bem.
Por essa razão é que eu não fui convidado para ser o 6º elemento dessse grupo de 5 homens. É que eu, sobre as mulheres, só tenho um pensamento – foder. E isso, para uma hora de rádio, é curto.
No fundo, sobre mulheres não sei nada com interesse para se dizer publicamente. Sou como aqueles jogadores de futebol geniais no relvado, mas que depois nas entrevistas só dizem banalidades.
Portanto, no que toca a mulheres, após ter conhecido a Mekinha só sei dizer é que as mulheres são umas criaturas maravilhosas e óptimas para se fazer amor com elas (mais que isto é poesia, ou então... ménage).
Por vezes oiço pessoas a falar sobre assuntos relacionados com o sexo de forma absolutamente fascinante. Mas também há quem não se poupe em disparates.
Por exemplo, agora andam por aí imensas gajas só a dizer mal dos homens. Escrevem blogues, publicam livros, assinam artigos de opinião e até dão entrevistas, sempre a dizerem mal dos homens. E os media acham graça aos disparates, dão destaque a essas gajas.
É uma moda estúpida que já começa a irritar-me.
Elas costumam falar em termos abstractos e gerais, como se em Portugal as mulheres andassem todas desiludidas com a malta. O que é absolutamente falso e uma tremenda injustiça.
Normalmente costumam afirmar que nós, os homens, somos machistas e que não conseguimos satisfazê-las na cama. Que a maioria das mulheres não atinge o orgasmo, que não nos esforçamos nos preliminares, que só queremos ir-lhes ao cu, etc.
Pois bem, das muitas acusações que nos fazem só admito ser culpado de duas. Sim, é verdade que sou tarado por sexo anal. Sim, é verdade que eu, com duas gajas na cama, é uma coisa espectacular sonhada por muita gente. Mas tudo o resto é falso, absolutamente mentira.
Mas elas próprias sabem que é mentira. Na realidade, essas mulheres que se queixam dos homens são apenas gajas mal fodidas que tentam apresentar de forma abstracta, os seus tristes casos pessoais muito concretos.
Em vez de gritarem, “PORRA !!! NÃO CONSIGO VIR-ME”, (podendo ser que conseguissem ajuda especializada) optam por inventar histórias, apresentar falsas estatísticas e falar do ponto G, como se realmente ele existisse.
Pois eu acho que é meu dever denunciar esta situação, esta autêntica cabala. Há que avisar a rapaziada, especialmente os mais novos, que devemos recusar este tipo de pressão sobre a nossa perfomance sexual. Nós, machos lusitanos de hoje, continuamos a ser os garanhões que sempre foi tradição haver em Portugal.
O homem português, modéstia à parte, constitui uma maravilha genética que vem apetrechado de série com o seu famoso instrumento, conhecido por caralho (caralhão, no meu caso).
O caralho português, distingue-se dos restantes pelo seu tamanho avantajado (falo por mim) e pelas suas infalíveis erecções, visando satisfazer a dama mais exigente ( ou mesmo várias).
É evidente que existem casos excepcionais de homens portugueses que falharam o seu destino de machos. Mas tratam-se de excepções que confirmam a regra. Intelectuais, betinhos e paneleiros há em todos os países.
Portanto, homens, há que recusar histerismos, lesbianismos, anti-machismos e toda a espécie de paneleirismos que visam denegrir a nossa imagem de machos.
Somos homens e temos orgulho em sê-lo. Desejar que fôssemos diferentes, seria querer que deixássemos de ser o que realmente somos – homens.
E para essa merda, comigo não contem. Fodam-se.

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