quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Como ser um grande amante

É incrível a quantidade de gajas boas que andam por aí sem homem. Quando falo de gajas boas, refiro-me a gajas nas casa dos 30, 40 e até 50, giras, mas sobretudo bem sucedidas na vida.
Nada me dá mais tusa do que uma gaja inteligente e madura, que faz da personalidade o seu principal motivo de atracção sexual.
A sério, não entendo os gajos que se perdem por miúdas novas. Trata-se de admitir que não têm pedalada para jogar senão nos juniores.
Por mim, sou exigente, só jogo no escalão dos crescidos. Prefiro desafios difíceis e para isso não há nada como uma gaja já vivida e esperta, a quem muito malandro já deu música.
Ao contrário de outros, não gosto de virgens, não obstante considerar-me um excelente mestre.
Prefiro ser o último amor duma mulher do que o primeiro. Ser aquele gajo que surge na vida duma fêmea e estabelece um novo padrão sexual e amoroso.
Pode parecer cruel da minha parte, porque após a minha partida, a vida de cada mulher que deixo para trás não volta a ser igual. O padrão de exigência sexual elevou-se comigo a um nível muito difícil de igualar por outro macho.
No entanto, antes da partida deixo a cada amada minha o derradeiro ensinamento. A plena satisfação sexual não reside em factores físicos ou em acertar no ponto G (que aliás, nem sequer existe).
O segredo do meu sucesso na cama, deriva simplesmente em perceber que o cérebro é o nosso principal órgão sexual. E portanto, aquilo que faz tão poderosos os orgasmos que as mulheres sentem ao fazer amor comigo, não sou eu: é a própria fantasia mental delas (estimulada por mim, claro).
Ora nesta perspectiva, deixa de ser importante a quantidade de ejaculações que consigo produzir durante uma sessão de amor. O que importa é a intensidade e a quantidade de prazer que consigo induzir na mulher que está comigo. É isto que faz de mim um amante inesquecível mesmo para a dama mais exigente (modéstia à parte).
Agora, é natural que a muitos de vós surja a seguinte questão, "mas como é que se estimula a fantasia sexual duma mulher, de modo a provocar-lhe tão fortes orgasmos ?"
Bom, meus amigos, não posso ensinar os truques todos, pois não ?
No entanto, deixo a seguinte dica: no amor quem escolhe é a mulher.
Observem os cãezinhos na rua. Vemos passar uma cadela com cio e atrás dela uma matilha de cães desejosos de com ela copular. Porém, só conseguirá montar a cadela quem esta escolher.
Percebem ? É sempre a fêmea quem escolhe...
E o que significa isto, transportado do reino animal para o mundo dos humanos ? Significa que aqui o grande Bino, jamais tentou conquistar uma mulher.
Ou mais rigorosamente, jamais dei a entender a uma mulher que não era ela quem estava a dirigir o processo de sedução. Nesse jogo (da sedução) um gajo tem de se fazer desinteressado ou distraído.
Um verdadeiro sedutor, em vez de proferir piropos foleiros ou mandar olhos medonhos para o decote da gaja a quem quer dar a volta, tem é de parecer desinteressado apesar de na realidade estar muito atento (usando a visão periférica) à liguagem gestual das fêmeas, que algumas vezes é subtil, mas outras é completamente clara. Basta saber ler os sinais...

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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Ser ou não ser, gostar ou não gostar.

Imaginem que estão a ver o Hi5 dum paneleiro assumido. Na secção das fotos podem vê-lo despido em várias poses sexualmente provocantes. Mas de repente há uma foto em que ele surge com uma vagina de borracha, dessas que se vendem nas sex shops (segundo ouvi dizer). Vocês acham credível um gay gostar de vaginas, ainda que de borracha ?
Ok, isto foi uma suposição. Agora vamos aos factos:
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O Barradas, soube ontem, possui uma página no Hi5 onde se faz passar por mulher lésbica. Naturalmente tem montes de amizades com outras lésbicas.
Tendo eu, por mero acaso, descoberto a password do Hi5 do Barradas (12345) decidi dar uma vista de olhos pelas fotos das suas amigas.
E é justamente aqui que bate o ponto: uma dessas amigas do Barradas apresenta no Hi5 dela uma colecção de fotos verdadeiramente interessante. Mas numa das fotos ela aparece a enfiar um vibrador na vagina. Fiquei na dúvida: será realmente lésbica ?
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Portanto, se entre as muitas pessoas que visitam este blog, houver alguma lésbica que queira dar a sua opinião a propósito desta minha dúvida (gostam as lésbicas de caralhos ?), desde já agradeço.
Relativamente à primeira questão, a dos gays poderem gostar de cona, percebo que seja mais difícil obter resposta, na medida em que este blog não é visitado por paneleiros e eu, na vida real, não tenho amigos desses.
O que tenho são alguns amigos benfiquistas, que é o mais parecido. Saberão eles responder ?

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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

O que se passa com as mulheres ?

Dizem elas que nós, os homens, somos tarados. A culpa é delas, que nos inspiram e obrigam a variações.
Vamos começar por aquela a quem chamaremos mulher Zombie. Parece viver em estado catatónico, indiferente ao mundo exterior. Ficamos divididos entre a vontade em chocalhá-la, a ver se acorda, ou enfiar-lhe uma litrada de Red Bull pela boca abaixo (embora eu, pessoalmente, considere que para este tipo de gaja, várias sessões de sexo depravado, com especial ênfase no sexo anal, ainda é o tratamento com a eficácia mais surpreendente).
No outro extremo das classes de mulheres temos a mulher matraca, que se caracteriza basicamente por não conseguir permanecer calada. Está provado cientificamente que o broche, enquanto prática sexual, foi inventado na época do paleolítico (ou até antes) por homens que costumavam copular com este género de mulheres.
Se no caso da mulher Zombie, os movimentos corporais durante o acto sexual são raros e quase sempre de natureza reflexiva (derivado, por exemplo, dumas palmadas no rabo); já no caso da mulher matraca em regra o problema prende-se com movimento a mais. Há quem especule que a prática do Bondage surgiu justamente da necessidade de amenizar tal distúrbio. Se bem que a posição do missionário e a língua na boca delas, em casos menos graves já seja o suficiente para controlar a doença. Sobretudo se o macho pesar mais de 130 Kilos.
No intervalo das duas categorias de mulher anteriormente apresentadas, é possível encontrar a rapazona. Convém desde já diferenciar a rapazona da lésbica. Enquanto a lésbica é aquela fêmea de mente aberta que a gente não desdenharia saltar para a cueca, de preferência junto com a namorada (dela ou nossa); a rapazona é a tipa amiga que ao beber cerveja, passa a mão previamente pelo gargalo da garrafa, bebe a mini em dois tragos, depois arrota e desata a discutir futebol com a malta.
O defeito da rapazona até nem é o querer papar-nos, o verdadeiro problema é ser feia como a porra. No entanto, isso não impediu a rapazona de, também ela ter tido o seu papel na história da inovação sexual. A rapazona deu origem à prática do sexo em estado de embriaguez (do homem). Contudo, o seu principal mérito em termos sexuais foi ter sido a grande inspiradora da foda à canzana.
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Em breve continuaremos esta abordagem sobre os vários tipos de mulheres e o seu contributo para as diferentes práticas sexuais.

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sábado, 12 de setembro de 2009

A razão do meu sucesso no amor

Sobre o amor, estamos de acordo que quem escolhe são as mulheres. Portanto, de nenhuma forma se conquista uma mulher; enquanto um homem se conquista de qualquer forma ( logo não há homens difíceis). Correcto ?
Então que tipo de homens procuram as mulheres ? Bom, as mulheres querem um homem que julguem desejado por outras. Preferem os ricos, os famosos e os poderosos. Em último caso, o marido da amiga.
Os homens que as mulheres preferem têm uma característica particular em comum: são indivíduos que não hesitam em mentir, enganar ou manipular para obter aquilo que desejam (e sexo é algo que os homens desejam muito).
Relativamente às mulheres, desejam este tipo de homens por uma de duas razões: ou querem o dinheiro deles ou, simplesmente, gostam de ser enganadas (e só Deus sabe como vocês adoram que um estupor bem falante vos engane).
Mas atenção que enganar uma mulher é algo que tem de ser bem feito, ascende à categoria de autêntica arte. Assim, no amor, vence o homem que demonstra uma atitude firme, autoconfiante, que se expressa com desenvoltura e age com frieza calculista; em contrapartida perde o tímido, aquele pobre diabo hesitante que gagueja traído pelos seus sentimentos sinceros.
E, sem mais delongas, minhas amigas, termino esta minha explicação sobre as causas do meu sucesso no amor. É exactamente a mesma que faz deste blog um caso ímpar de popularidade entre o público feminino. Vocês adoram que vos minta !

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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

A verdade, essa puta

A verdade, triste e crua, é que nós, os portugueses, lidamos cada vez mais de forma errada com a verdade. Vivemos obcecados por ela, a ponto de hoje a maioria de nós preferir uma verdade estúpida a uma mentira inteligente. Por exemplo, outro dia um amigo meu (vamos chamar-lhe B.) chegou-se à beira da esposa anunciando-lhe que tinha uma amante e pretendia divorciar-se. Quando me contaram isto, nem queria creditar. O gajo em vez de ter comido a fulana e ficado bem caladinho, teve de revelar a dolorosa verdade, como se a mentira o matasse. Fiquei desiludido. Como era possível ter tido tantos anos, como amigo, tão grande totó?
Mais tarde, a verdade dos factos mostrou-se diferente. Afinal, o B. tinha sido, isso sim, apanhado em flagrante a comer, não uma, mas duas gajas no próprio leito conjugal. Enchi-me de orgulho em ter um amigo destes, peguei no telemóvel e liguei a dar-lhe os parabéns.
É claro que o B. foi estúpido porque deixou-se apanhar. Toda a gente sabe que é perigoso e que não se deve praticar sexo em casa. Se não ensinam esta importante verdade na escola aos jovens, no mínimo devia ser obrigatório passar uma legenda na televisão quando dão filmes com cenas de sexo a avisar para não se imitar aquilo em casa, como fazem quando mostram cenas perigosas praticadas por duplos do cinema.
O que as pessoas julgam ser sexo comum praticado em casa, na verdade é o mero cumprimento dum contrato matrimonial, naquele ponto muito específico que na prática se traduz em a esposa abrir as pernas para que o marido a penetre nas noites de sábado, numa fracção de tempo que varia entre os 3 e os 15 minutos, conforme a idade. E nada mais.
A razão pela qual as pessoas casadas ou comprometidas "pulam a cerca" é que o sexo, quando praticado de forma ilegal, imoral ou simplesmente condenado pela igreja, sabe muito melhor. É como comer fora de casa e experimentar um prato novo, em vez da pizza congelada aquecida no microondas. Claro que o prazer resultante, duma eventual "facadinha no matrimónio" varia proporcionalmente à capacidade da pessoa em conviver com esse pequeno embuste, eis o preço que se paga. Aquele que não tiver estômago para tal, que fique quieto. Quem seja escravo da verdade e der cabo do arranjinho ou mesmo do próprio casamento, indo confessar à cara-metade a cruel verdade de que lhe pôs os cornos, merece uma boa dose de sofrimento. É o mal dos tempos modernos porque isto nem sempre foi assim, antigamente era aceite e pacífico que além da esposa o marido podia ter uma ou várias amantes. Mas hoje, fruto das manobras do "tal Lobby", a verdade é que tem de prevalecer.
Para os portugueses deixou de haver margem para o sonho e para a fé. Não acreditamos em nada senão na verdade. No século XX, três pastorinhos afirmaram que viram uma senhora muito brilhante a voar e o país inteiro acreditou; hoje um gajo diz que é Engenheiro e há logo uma série de tipos que duvidam firmemente.
A verdade tiraniza-nos, essa é que é a verdade. De todos lados nos pressionam com doses brutais de verdade: ele é o falar verdade, a verdade desportiva, o cinema verdade, a verdade do toureio. Bolas, que tanta verdade até parece mentira.
Vocês acham que a mim me interessa a verdade dos penaltis que o Lucílio marca ? 7 milhões de portugueses querem é que o Benfica ganhe, o resto é treta. Que se lixe a verdade desportiva e a verdade dos défices orçamentais. Eu quero é vitórias.
Vocês acham que se fosse a verdade, jornalistas, cineastas, políticos e mágicos governavam a vida ?
Para já não falar nas putas. Vai uma na rua com mamas de silicone e dizem vocês, eh pá, não são verdadeiras não prestam. É que dizem mesmo.
No fundo, as mulheres, todas elas, são é muito espertas. De nós, homens, exigem a verdade e vai-se a ver, elas são mamas falsas, unhas falsas, loiras falsas, orgasmos falsos, tudo falso, tudo mentira.
(...)
Mas por mim que se lixe a verdade, eu amo as mulheres de qualquer maneira, mesmo que me mintam É como diz o outro: engana-me que eu gosto.

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sexta-feira, 17 de abril de 2009

Sexo divino

Já sabemos que os anjos não têm sexo, mas ponham-se no lugar de Deus. E então ? Eu cá, se fosse Deus, garanto-vos que tinha sexo e não seria pouco. Havia de ser sempre a bombar, com gajas no mínimo tão boas como as que costumo engatar e um instrumento sexual em nada inferior ao meu André.
Obviamente que, de entre os dois sexos, o feminino seria de longe aquele que eu mais iria favorecer. As mulheres seriam, portanto, os seres humanos mais inteligentes, a dominar o mundo e, como é fácil de ver, sem ponta de celulite, gordura, estrias ou porra que lhes estragasse a beleza.
Aliás, não sei se alguma vez vos disse, mas eu não gosto de homens. Nem sequer tenho amigos, o que tenho é amigas... muitas. Ter amor aos homens, convenhamos que é um bocado abichanado.
Ah e nada de padres, só sacerdotizas e boazonas.

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quarta-feira, 2 de julho de 2008

Chinelo Gay

Do que este país precisa, além de clones da minha pessoa para satisfazer sexualmente as mulheres de Portugal, é de bom gosto. No passado fim-de-semana desloquei-me até ao Centro Comercial Vasco da Gama e, enquanto esperava que a minha Maria fosse ao WC mudar o penso, fiquei sentado num confortável sofá a observar quem passeava pelo referido centro. Eu, diga-se a verdade, sou um indivíduo de certa forma descontraído e informal que, habituado a frequentar hipermercados e outras superfícies comerciais de relativa importância, faço questão em trajar com algum bom gosto, sem no entanto ir para esses locais como se fosse a um casamento. Costumo apresentar-me de T-shirt ou mesmo camisa de alças (para se ver a tatuagem) e calções desportivos. Compreendo que muitos indivíduos não conseguem ser assim tão informais como eu e insistem na clássica camisa de colarinhos e calças de ganga, como se fosse dia de semana e estivessem no seu local de trabalho. O que eu não compreendo é essa malta que tem a lata de ir para estes locais frequentados por mim, a calçar chinelos ou sandálias.
Sinceramente, eu sei que tenho uma relação má com pés, mas independentemente da minha aversão, um homem usar chinelos, mais do que mau gosto, é objectivamente sinal de inequívoca paneleirice. Um vizinho meu, cá do bairro, começou por enfiar chinelos nos pés e agora enfia caralhos pelo cu acima. Os especialistas dizem que são tendências que nascem com a pessoa, como se o facto do gajo usar chinelos desde pequenino nada tivesse a ver com o caso. Meus amigos atentem nas palavras deste guru do sexo que vos ensina: usem ténis, usem sapatos pretos com meia branca se tiver que ser, mas evitem chinelos e sandálias. O que fazem com o cu a vocês diz respeito, mas evitem que os chinelos vos denunciem. Coitados dos vossos filhinhos escusam de passar pela vergonha de ter um pai com fama de paneleiro. Usem sapatos, sim ?

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